UMA IDÉIA, UM PROJETO, UMA REALIZAÇÃO

Com tornar Mogi Guaçu o terceiro maior centro comercial e industrial da Baixa Mogiana.

por Sebastião "Karburê" de Arruda Neto - publicado - atualizado em

UMA IDÉIA, UM PROJETO, UMA REALIZAÇÃO  

 

Por:   Sebastião “Karburê” de Arruda Neto

 

Com tornar Mogi Guaçu o terceiro maior centro comercial e industrial da Baixa Mogiana.

 

Isso tudo começou em 1996, quando eu era vice-presidente da ACIMG (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu), tendo como presidente Otávio Pessini Junior, que me indicou para representá-lo nas reuniões bimestrais que começariam em março, na FACESP (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

 

 

Como toda quinzena ia a compras para a loja de minha esposa a uma quadra da Federação, se tornou fácil passar o dia inteiro discutindo e aprendendo sobre o comércio das 12 regionais do Estado de São Paulo. E já no segundo bimestre, eu perguntei ao presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial de Marília (SP), Sérgio Lopes Sobrinho, por que a placa de indicação no trevo de Campinas destacava Mogi Mirim e não Mogi Guaçu, uma vez que nossa cidade, à época, era a terceira maior potência industrial da Baixa Mogiana. Aquela placa sempre me incomodou.

E ele me respondeu: “É por que ela (Mogi Guaçu), não tem nenhuma representatividade política. Por que ao invés de você querer mudar a placa, você não faz algo em sua cidade que a traga algum mérito?”

E já soltei a segunda pergunta: “Como faço isso acontecer?”. Ele me respondeu novamente: “Primeiro, você tem que começar a melhorar sua representatividade sendo presidente da Associação Comercial”. E continuou com outra pergunta: “Sua cidade tem Junta Comercial, Sebrae, Certificado de Origem (exportação), Shopping, Posto de Atendimento ao Trabalhador, McDonald´s?”. Respondi que não, contudo, retruquei dizendo que tínhamos Senac e Sesi, ele replicou: “Mas, comercialmente, não tem quase nada, e para esse projeto tornar Mogi Guaçu a terceira maior potência comercial da Baixa Mogiana se tornar realidade, seja presidente da ACIMG, converse com o Guilherme Campos da Associação de Campinas, que também é vice da FACESP, que te ajudará nessa empreitada”.

Já no terceiro bimestre, estava participando da reunião da FACESP como convidado do Guilherme Campos, ao lado do presidente da Federação, Guilherme Afif Domingues e os 12 vice-presidentes. No último bimestre de 1996, consegui conversar com o governador Mario Covas sobre como trazer ao Guaçu a Junta Comercial e o Sebrae, me preparando para ser presidente da ACIMG.

A partir daí, coloquei em prática dois conselhos muito importantes para o meu projeto comercial para Mogi Guaçu: o do Sergio, “em vez de mudar a placa, mude |Mogi Guaçu por mérito”; e do Governador Covas, “Trabalhe, em segredo, para levar essas entidades para sua cidade. Não conte para deputado, vereador ou o prefeito, escreve ou venha direto ao governador ou ao vice Geraldo Alckmin. Assim você vai conseguir sem muita dor de cabeça para nós dois”.

Em janeiro de 1997 me candidatei a Presidente da ACIMG e ganhei a Eleição como candidato único e recebi um caixa deixado pelo presidente Otávio Pessini Junior de 476 mil reais. viabilizei para Mogi Guaçu quase tudo que anotei, o que eu não pude trazer ajudei o prefeito a viabilizar a conquista como foi o PAT, Redex  para a Lotrans e o MacDonald’s.

 

Já à frente da ACIMG, meu projeto de tornar Mogi Guaçu o terceiro maior centro comercial da Baixa Mogiana projetava conquistas que se tornaram realidade na cidade e, hoje, beneficiam a toda a população.

 

Um Idéia, Um Projeto, Uma Realização 

Deixe seu comentário

Os comentários publicados abaixo são de total responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião do site.